Loving you... loving my death...
Abracei-te.
O meu leito fez-se tua morada.
Um dia perder-me-ei para ti.
E não mais viverei em mim.
Nem para mim.
Por mil eternidades… Uma vez mais.
Desde o início que amar-te é como amar a morte.
Abracei-te.
Na esperança amarga de um final.
Meu. Às tuas mãos.
Porque te pertenço mesmo que o não queira.
E porque jamais me terás como te tenho. Esse não ter.
Por mil eternidades… Uma vez mais.
Desde o início que amar-te é como amar a morte.
Ariel d’Angoulême
9 rompimentos:
Tantas vezes nos damos aos outros que deixamos de ser quem somos, de controlar o que somos, mas tenho essa consciencia não paramos e entregamo-nos cada vez mais aos outros.
bj
Como é dificil nos encontrarmos, uma vez perdidos em alguém.
[Quão fácil seria se nos tivessemos.]
Beijo*
Por que será que a paixão(ou o que se chama de amor) é como se defrontar com a morte? Seria a perda da própria identidade, porque esta se funde com um outro eu?
Sei lá...um foda-se bem grande presse teu poema belíssimo!
Adoro esse teu estilo segunda geração do romântismo pós-moderno!
Beijos.
Mais um belo poema, intenso como só tu consegues escrever.
Eu sei que me repito, mas a tua escrita é fascinante!
"Como é difícil nos encontrarmos, uma vez perdidos em alguém."
Subscrevo estas palavras da sinestesia.
Beijo*
a.m.
concordo com o que dizes...
mas depois também existem aqueles que se fazem pedra e desistem de se entregar novamente...
outros há que têm de reaprender a fazê-lo...
enfim... não é fácil.
Beijo*
sinestesia,
completamente...
o amor é fodido...
Beijo*
biazinha,
em jeito de palpite você vai dizendo tudo...
você é um cabeção...
um foda-se grandão pra você também...
Beijo*
andorinha,
manda lá o babete para o menino que isto assim não dá...
Beijo*
Ora essa!:)
O que tens tu contra a sinceridade, diz-me lá...:)
Não posso ser mais moderada nos adjectivos quando eles são mais do que justos
Beijo*
P.S. Se queres que eu mude de adjectivação, é fácil: passa a escrever pior:)))))
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